Professores: pastores da alegria

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Era assim:

Conta-se que, certa vez, um senhor de idade avançada plantava tâmaras no deserto, quando um jovem o abordou perguntando:
” – Por que o senhor perde seu tempo plantando o que não vai colher?”
O senhor olhou nos olhos do jovem e, calmamente, respondeu:
” – Se todos pensassem como você, ninguém colheria tâmaras.”

Ser professor é saber que somos agricultores que plantamos aquilo que não vamos colher. Nosso trabalho é como plantar tâmaras; antigamente uma tamareira levava de 80 a 100 anos para dar frutos. As consequências de nossos atos como educadores serão colhidas por outros e outras em um futuro que estaremos presentes somente na memória daqueles que um dia estiveram em nossa frente na busca de aprendizado.

Estaremos na lembrança dos nossos alunos e alunas para o bem ou para mal, pois lembramos de nossos professores somente de duas maneiras: como aqueles que eram exemplos do bem ou daqueles que foram exemplos do mal. Hoje como professor sei exatamente o tipo de profissional que não quero ser quando lembro de alguns dos meus professores e sei exatamente como devo ser ao lembrar daqueles que moldaram, mesmo que na época eu não percebesse, o meu caráter.

O mineiro Rubem Alves dizia: lembrem-se de que vocês[educadores] são pastores da alegria, e que a sua responsabilidade primeira é definida por um rosto que lhes faz um pedido: ‘Por favor, me ajude a ser feliz… ’” Esta é uma boa proposta para a missão do professor, além de currículos, grades escolares, avaliações e matérias, temos que ajudar nossas alunas e alunos serem felizes.

 

 

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